quinta-feira, 18 de março de 2010

JESUS ENSINA SOBRE O BOM PASTOR - LIÇÃO 12 JUNIORES



Texto Bíblico:
Lucas 15.3-6


Cristo, o Pastor das Ovelhas

O relacionamento das almas com Cristo é comparado ao da ovelha com o pastor. Tal ilustração é corriqueira nas Escrituras (Sl 23; 80.1; Is 40.11; Ez 34; Mq 5.4; Zc 13.7; Hb 13.20; 1 Pe 2.25). A ilustração fala muitas coisas ao nosso coração, especialmente quando levamos em conta certas semelhanças entre as ovelhas e os homens. Os homens tendem a seguir um líder; facilmente se extraviam (espiritualmente); precisam de proteção; necessitam de sustento. Notemos o que o Pastor faz em prol das suas ovelhas.
1. Conduz suas ovelhas. [...] (Jo 10.4). [...]
1.1. Ele guia e conduz mediante o seu exemplo. Esta a mais sublime forma de liderança (Jo 13.15; 1 Pe 2.21; 1 Jo 2.6). [...]
1.2. Diferentemente dos falsos pastores que buscam a popularidade, Ele conduz as ovelhas o que elas querem; o verdadeiro pastor dá-lhes aquilo de que necessitam. [...]
1.3. Conduz, e não impele. Uma das características do Messias é sua ternura e mansidão (Is 40.11; cf. 1 Pe 5.2).

2. Conhece suas ovelhas. (Jo 10.3-5). [...]
2.1. As almas sequiosas imediatamente reconhecem seu Pastor (1 Pe 2.25). [...]
2.2. Ele nos conhece pelo nome (Is 43.1; 45.3; 49.1; Ap 3.5; Ap 2.17). [...] O Pastor Divino conhece os nomes dos seus milhões de ovelhas, bem como cada aspecto de suas personalidades. [...]
2.3. As ovelhas o conhecem e o seguem. Viajantes no Oriente têm comprovado muitas vezes que nenhum disfarce de roupas, voz, gestos, de saber os nomes das ovelhas, faz com que as ovelhas se confundam quanto ao seu verdadeiro pastor. [...]
3. Ele dá vida às ovelhas. [...]
4. O Pastor morre pelas ovelhas. [...]
Na Palestina, a devoção dos pastores às suas ovelhas muitas vezes tem levado alguns deles a morrer na luta contra feras ou salteadores.
O Senhor Jesus considera a raça humana necessitada como rebanho seu (Mt 9.36), fazendo pelas suas ovelhas o supremo sacrifício. [...]

PEARLMAN, Myer. João, o evangelho do Filho de Deus. pp.123-126

Boa ideia

Faça a seguinte atividade para introduzir a história de hoje. Solicite um voluntário para vir à frente participar da brincadeira e cubra-lhes os olhos com uma venda. Em seguida, peça a um aluno para chamá-lo: “Pastor, estou perdido (a).” O aluno poderá fazer isso umas três vezes, e o “pastor” terá que adivinhar de quem é esta voz. Você poderá trocar de aluno se assim desejar e se houver tempo.
Ao término, diga aos alunos que a história de hoje é sobre o Bom Pastor, aquele que conhece a voz das suas ovelhas quando chamam por Ele.

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ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com