sábado, 13 de março de 2010

O IMPÉRIO CONTRA- ATACA - LIÇÃO 11 JUVENIS


Texto Bíblico: Daniel 2.31-44

“...ouro...prata...cobre”. Quase todos os intérpretes do livro de Daniel seguem a mesma linha de pensamento diante dos versículos trinta e dois a trinta e cinco: 1) A cabeça do colosso representava o Império Babilônico. Esta interpretação é tanto teológica como bíblica, como se pode depreender do versículo 38 do presente capítulo. 2) O peito e os braços de prata representavam o Império Medo-Pérsia, com Dario e Ciro, respectivamente. A propriedade de uma imagem de um homem representar estes dois impérios é evidente. O Império duplo da Média- Pérsia é representado pelos dois braços, e a sua unidade pelo peito do colosso. Em figura geral: os dois braços são Dario e Ciro. Geograficamente falando, Dario é o braço esquerdo da imagem, enquanto que Ciro é o direito. Esses dois monarcas são chamados também, na simbologia profética, de “Os tufões de vento do Sul (Sul de Babilônia), que tudo assolam” (Is 21.1). 3) O ventre e as coxas representavam o Império Greco-macedônio.
2.33: “As pernas de ferro; os seus pés em parte de ferro e em parte de barro.”
O presente versículo descreve a quarta e a quinta parte da composição da terrível estátua. É evidente que as pernas de ferro são o Império Romano, que começou com uma unidade, mas depois foi dividido; é representado pela parte inferior do corpo, dividindo-se nas duas pernas. Estas correspondências encontram-se outra vez nas outras visões deste livro. Este império de ferro teve um princípio de unidade, mas mesmo assim, essa foi fundada dentro dum paralelismo (as duas pernas). Roma: 1) Fundada por dois irmãos: Rômulo e Rêmulo; depois Rômulo se desentendeu com Rêmulo e o matou em combate. 2) Governada por monarquia e república. (Mais tarde:) 3) Divisão do império em dois: o do Ocidente e o do Oriente. Condição atual: Socialismo x Capitalismo. Comunismo x Religião. Portanto, como bem pode ser depreendido dos textos divinos, o ferro seguirá misturado com o barro até o fim da presente Era (Ap cap 17).
2.34: “Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barros, e os esmiuçou.”
“...feriu a estátua nos pés...” O texto em foco merece toda a nossa especial atenção. Ele mostra como as Escrituras são proféticas e se combinam entre si em cada detalhe. A pedra (Cristo), cortada do monte, haveria de ferir a estátua, não na cabeça (Império Babilônico); nem no peito e braços (Império da Medo-Pérsia); nem no ventre e coxas (Império Greco-macedônio) nem nas pernas (Império Romano daqueles dias); mas cairá sobre os “pés” do colosso (fragmentos do Império Romano restaurado: os dez reis escatológicos). Isso ocorrerá no vale de Armagedom. Isso acontecerá em virtude das predições contemporâneas preditas pelos apóstolos e pelo próprio Senhor (Mt 24.30); elas indicam que no retorno de Cristo à Terra, com poder e grande glória, Jesus será visto fisicamente na Palestina, quando forças confederadas do Anticristo tiverem conquistado a Terra Santa, ameaçando aniquilar o povo judeu.
Devemos observar que, quando o Filho de Deus veio a este mundo (durante o Império das pernas de ferro), Roma, não sentiu nada, não sentiu qualquer choque, nem começou a enfraquecer. Ao contrário, sob esse império de ferro foi morto nosso Salvador. Portanto, é evidente que a pedra cairá “nos pés” da estátua, numa era ainda futura.
2.35: [...]
O presente versículo descreve aquilo que acontecerá na vinda de Cristo a este mundo com poder e grande glória. Isso se encontra narrado em vários de seus elementos doutrinários. A pedra que esmiuçou a grande estátua pode ser representada num sentido tríplice: 1) Cristo – sentido lato. 2) A Igreja. 3) O Reino de Deus. (Ver Is 2.2; Mt 16.18; 1 Pe 2.5.) O choque da grande pedra cortada da montanha terá lugar no vale do Armagedom, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso, e evidentemente, no tempo dos dez dedos da imagem. Jesus deixou muito claro este assunto em Mateus 21.44.”

Extraído do livro: SILVA, Severino Pedro da. Daniel versículo por versículo. CPAD. pp.42-44

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ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com