sábado, 5 de fevereiro de 2011

DEUS ME CURA - LIÇÃO 06 JARDIM DA INFÂNCIA

Leitura Bíblica Lucas 7.1-10

I. De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que Deus cura aqueles que têm fé.

• É importante fazer uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido. 

• A palavra-chave da aula de hoje é “CURA”. Durante o decorrer da aula diga: “Deus pode curar toda e qualquer enfermidade.”


II. Saiba Mais 

Nada é mais assustador para uma família e amigos do que uma doença crítica em uma criança. Copiar modelos que foram úteis em experiências anteriores pode não ser adequado para lidar com o estresse da doença na criança. Inicialmente, os pais podem negar a  seriedade da doença como uma forma de sobrevivência, de tolerar o estresse. Na verdade, as crianças, muitas vezes, ficam distantes de suas famílias lidando com a realidade da morte como resultado da doença.

O que a criança com doenças críticas podem vir a experimentar

As crianças abaixo de cinco anos de idade podem ficar mais assustadas com a separação de seus pais do que pela doença propriamente dita. As crianças mais velhas são mais propensas a entender a possibilidade de morte proveniente da doença.

As crianças percebem o terrível estresse que seus pais sentem e sabem quando algo está seriamente errado. A aparente tentativa dos pais e outros adultos para manter a criança alegre são inúteis. Elas possuem uma “antena” melhor do que a dos adultos; sabem que não têm uma doença comum. 

Além disso, têm medo de morrer e temem se separar de seus pais. As crianças com doenças críticas ficam imaginando como se comportarão no ambiente estranho de uma UTI. Elas se sentem ameaçadas por terem pouco controle e escolha sobre o que acontecerá com elas no estranho ambiente hospitalar.

O que pode ser feito

 O medo das crianças varia à medida que a doença progride. Isso acontece mais especificamente quando  aprendem a temer o tratamento particular, testes e exames, incluindo o exame de medula óssea. Quanto mais tempo a criança ficar no hospital, mais traumática será a experiência. 

A criança precisa saber o nome da doença pela qual está sendo acometida e como será o tratamento. Forneça o máximo de detalhes que a criança precise. As crianças mais novas acreditam que a dor é controlada por pessoas adultas.

É importante um contato freqüente do adulto com a criança doente. Quando uma visita pessoal não é possível, cartões e telefonemas transmitem apoio e conforto à criança.

SANFORD. Doris. Criança pergunta cada coisa... . Rio de Janeiro, CPAD, 2008.


IV. Sugestão 

Professor, certifique-se de que seus alunos saibam que Deus tem pode para curar qualquer enfermidade.



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ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com