sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

DOENÇA? TÔ FORA - LIÇÃO 07 PRÉ-ADOLESCENTES



Texto Bíblico: Mateus 8.2-4; 15.30-31

Prezado professor da classe de pré-adolescente. 

Nesta semana estudaremos a lição que trata de um tema bastante pertinente e atual: a cura sobre as doenças. Como devemos proceder para buscar a cura das doenças que procuram assolar o nosso corpo. Inicialmente faremos um panorama de alguns milagres de cura citados no Antigo Testamento e Novo Testamento: 

Pode–se observar que na Bíblia há várias pessoas que possuíam tipos diferentes de doenças. E muitos milagres de cura divina aconteceram. No Antigo Testamento Deus usou inúmeros profetas para ministrar cura sobre muitas vidas. A cura de Naamã foi proferida pelo profeta Eliseu que lhe enviou um mensageiro dando-lhe instruções acerca do que deveria fazer: lavar-se sete vezes no rio Jordão (2 Rs 5. 1-10) e o caso da mão do rei Jeroboão (1 Rs 13. 6). No Novo Testamento vemos diversas curas ministradas por Jesus ao longo dos Evangelhos e demais livros. Dois exemplos bem claros são: a cura da Sogra de Pedro (Lc 4.38-41) e a cura de uma mulher paralítica (Lc 13.10-17).  

O escritor Rui Raiol em seu livro “Cura divina: promessa atual de Deus” ressalta a importância como sinal de sua atuação plena no mundo. Por isso, “além do benefício pessoal, a cura divina tem um caráter mais abrangente. Ela foi o elemento autenticador da mensagem de Cristo. Quando os judeus não davam crédito às suas palavras, Ele reivindicava as obras que realizava, como obra irrefutável de sua divindade: ‘Se não faço as obras de meu Pai, não me crediteis. Mas, se as faço, e não credes em mim, crede nas obras, para que conheçais e acrediteis que o Pai está em mim, e eu, nele”  (Jo 10.37,38).

Ao questionamento de João Batista no cárcere acerca do Messias, Cristo deu uma resposta notadamente prática, pois ‘na mesma hora, curou muitas enfermidades, e males, e espíritos maus; e deu vista a muitos cegos’ (Lc 7.21), e em seguida, ordenou que tais feitos fossem relatados ao profeta.

Inegavelmente, a cura divina foi um dos elementos mais importantes na formação da Igreja. Aqueles que foram confortados com a promessa de permanente companhia de Cristo podiam agora, com intrepidez, anunciá-lo ao mundo. Jesus continuava tão presente como há alguns meses atrás. 

Podemos concluir que muitos personagens bíblicos foram curados em várias épocas e de diferentes maneiras. Mas é necessário que também consultemos profissionais capacitados para que seja feito um tratamento adequado para cada tipo de doença. Por isso, também é importante consultar um médico para que seja avaliado o caso e o diagnóstico definido. Cremos que o nosso Deus pode curar todas as enfermidades através da oração. Porém, devemos ser prudentes e agir com bom senso e sabedoria, contando com a ajuda dos médicos para auxiliar de forma apropriada o tratamento das doenças.

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ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com