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sexta-feira, 8 de abril de 2011

UM DEUS OU VÁRIOS DEUSES? - LIÇÃO 02 JUNIORES



Texto bíblico: Juízes 3.1-11


CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Os juízes foram os governadores de Israel desde o tempo de Josué até o reinado de Saul (At 13.19,20). Eles não eram juízes no sentido moderno, mas lembravam os arcontes entre os antigos atenienses ou os ditadores entre os romanos. Os juízes dos tempos bíblicos eram comandantes militares com poderes administrativos absolutos, mas seu ofício não era hereditário. Eles também não eram selecionados a partir de alguma tribo em particular, nem mesmo ‘eleitos’ pelo voto popular. Em vez disso, eles eram escolhidos pelo próprio Deus de alguma maneira sobrenatural e governavam estritamente dentro de um arcabouço teocrático. O verdadeiro rei de Israel era Yahweh. Os juízes eram meramente seus representantes na terra. Eles não tinham poder para legislar ou alterar as leis existentes. Sua única tarefa era cumpri-las. O ofício não foi contínuo porque houve intervalos nos quais nenhum juiz governou naqueles momentos. Os juízes eram pessoas extraordinárias que Deus levantava em tempos de emergência nacional como instrumentos em suas mãos para libertar Israel da tirania e da opressão. Temos como exemplo Otniel, Eúde, Sangar, Débora (e Baraque), Gideão, Tola, Jair, Jefté, Ibsã, Elom, Abdom, e Sansão (Eli e Samuel também foram contados entre os juízes, mas nenhum dos dois é mencionado neste livro [juízes]). Temos conhecimento do nome de 14 juízes, mas, provavelmente, existiram outros anônimos como, por exemplo, o líder que libertou o povo dos maonitas (10.12).” (Comentário Bíblico Beacon. CPAD. p.91)

ATIVIDADES

Com o objetivo de trabalhar o tema desta lição, a influência das amizades e a pressão de grupo, sugiro a realização da seguinte atividade:

Faça um chapéu maluco utilizando vários materiais distintos e leve-o para a sala de aula juntamente com o mesmo material que vc utilizou para fazer o seu. Para facilitar um pouco, se quiser, leve chapéus e bonés velhos também.

Chegue cedo à escola dominical e coloque o seu chapéu. Conforme os alunos forem chegando, informe-lhes que poderão fazer um chapéu para si, se desejarem.

Preste atenção na reação dos alunos: se vão fazer ou não, se vão encorajar outros a fazer ou não etc.

Depois disso, converse com os alunos a respeito desta experiência e da influência que o grupo exerce sobre nós, a tal ponto de, às vezes, sermos levados a fazer coisas que não queremos, como aconteceu com o povo de Israel.



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ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com