sábado, 17 de setembro de 2011

A INTEGRIDADE DA DOUTRINA CRISTÃ - LIÇÃO 12 - JOVENS E ADULTOS

 VERDADE PRÁTICA:
TEXTO ÁUREO:
Texto Bíblico: 2 Timóteo 3.14-17; Tito 2.1,7,10

INTRODUÇÃO

I. A DOUTRINA BÍBLICA E O HOMEM
II. RESISTÊNCIA À SÃ DOUTRINA 
III. ATITUDES EM RELAÇÃO À SÃ DOUTRINA


Por Jerry McCamey

Certo dia, tive verdadeira experiência de aprendizagem em um posto de gasolina a poucas quadras do meu gabinete pastoral. Parei para consertar um pneu furado. Enfiei a cabeça pela porta do posto e perguntei se poderia deixar o pneu e vir apanhá-lo depois. Pensei que isso daria tempo necessário para consertar o pneu, de modo que eu não tivesse de esperar. Fiquei totalmente sem ter o que dizer, quando o funcionário me informou: “Nós não fazemos esse tipo de serviço aqui!” Dei uma olhada no letreiro do posto de gasolina para me certificar de que acidentalmente eu não tivesse parado em um restaurante fast-food. Realmente, era um posto de gasolina nacionalmente conhecido.
 
Esse foi apenas um pequeno lembrete do quão especializados nos tornamos nestes tempos modernos. Não faz muito tempo, podíamos levar o carro ao posto de gasolina e dizer: “Algo não está funcionando direito. Conserte!” O que quer que estivesse mecanicamente avariado logo seria descoberto e consertado, pouco importando qual fosse o problema. Hoje levamos o carro para um lugar se o problema é no silenciador, para outro para consertar os freios, para algum outro lugar se a transmissão não funciona direito, para outro para abastecer e para mais algum outra para trocar o óleo.
 
Essa síndrome de especialidade vigente nos Estados Unidos também acontece com os serviços de comida. Houve época em que você poderia entrar num café e pedir ampla variedade de comida. Hoje, se você quer um hambúrguer, vai ao McDonald’s. Para um taco (comida mexicana), vai ao Taco Bell. Se deseja comer frango pronto, vai ao Colonel Sanders. Todos os amantes de carne de peixe têm de se dirigir ao Long John Silvers para se saciarem. Minha família, muitas vezes, tem de parar em três ou quatro lugares diferentes a caminho de casa, a fim de que todos os gostos sejam satisfeitos. Essa tendência das indústrias que servem comida e das que prestam serviços a carros em geral é algo bom e bem-vindo. Não apresenta problema de proporção importante para mim ou para qualquer outra pessoa. Alegremente a aceitamos pela conveniência que traz. 

O que acho alarmante é o número crescente de pastores e igrejas que estão caindo vítimas desta mentalidade de “especialidades”. Muitas igrejas parecem só se envolverem em determinadas áreas ministeriais nas quais ou têm prazer ou acham particularmente fáceis. Temos igrejas da “Palavra”, igrejas do “louvor, igrejas do “fogo e enxofre”, igrejas da “família”, igrejas do “discipulado”, e a lista prossegue sem fim. Em resposta a muitas pessoas feridas, cujas necessidades ou problemas não se ajustam em uma especialidade em particular, muitas igrejas teriam a dizer: “Desculpe, não fazemos esse tipo de serviço aqui”. 

Nestes últimos dias, a igreja precisa ser lugar de cura e refúgio para todo aquele que precisar – pouco importando qual seja a necessidade. Temos de insistir em ser uma igreja equilibrada. Podemos e devemos redescobrir que temos a imutável sã doutrina da Palavra de Deus e que ainda fluímos com o vento e a espontaneidade do Espírito. 

Jesus disse à mulher junto ao poço de Jacó: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.24). Nessas palavras, encontro o esquema para conservar a sã doutrina e a manifestação do Espírito na igreja. O Senhor estava dizendo a essa mulher e àqueles de nós hoje pegos no debate da “tradição versus liberdade no Espírito”, que estamos desperdiçando nosso tempo.

Todo aquele que advoga ser guiado pelo Espírito, mas de modo absoluto não insiste em tudo o que se alinha com a Palavra, está claramente em erro. O mesmo é verdade a respeito de qualquer um que reivindica ser doutrinariamente são, não obstante esquece que ser espontâneo e guiado pelo Espírito é doutrina completamente sólida. Não é questão de um ou de outro. É questão de espírito e verdade!
Essa grande verdade é salientada repetidamente ao longo da Bíblia.  
Texto extraído da obra: “Pastor Pentecostal: Teologia e Práticas Pastorais”, editada pela CPAD.

Um comentário:

  1. oi...seu blog ta lindo
    tem um selinho pra voce
    no meu blogger.
    fika na paz.

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ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL

Os missionários escoceses Robert (1809/1888) e Sara Kalley (1825/1907) são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu – segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.

Fonte:ensinodominical.wordpress.com